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Pra onde ele foi?!

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Pra onde ele foi?!


Por Alisha Patterson (mãe de Judah)

Arts&Ideas Sudbury School Newsletter n. 6, 21 de outubro de 2016

 

Tradução de Luís Gustavo Guadalupe Silveira


Terça-feira passada, quando eu cheguei na A&I para buscar meu filho, fiquei surpresa por não vê-lo nos lugares de sempre (do lado de fora, no refeitório ou na sala de reuniões). Quando entrei no escritório para pedir uma folha de papel, me contaram que ele havia saído do câmpus e ido ao Zeke's. Minha cara e minha expressão facial eram as de uma pessoa que não estava totalmente atordoada por aquela informação (mas eu estava), de uma mãe que estava tranquila com a ideia de que seu filho de 5 anos de idade, matriculado na A&I há menos de três semanas, estava fora do câmpus (eu não estava). Eu queria gritar para o membro da equipe que havia me contado que meu filho retornaria por volta das 4 horas: “Porque vocês não me ligaram para pedir permissão antes de deixar meu filho sair do câmpus?” “Quem são as crianças mais velhas que foram com ele?” “Elas vão cuidar dele?” “E se ele se machucar ou ficar assustado? Elas vão saber o que fazer?”


Eu não despejei isso tudo no membro da equipe. Em vez disso, sai do escritório e comecei um diálogo interno em minha cabeça. Me dividi em duas: metade de mim estava pronta para entrar no carro e correr em direção ao Zeke's, e a outra metade queria verdadeiramente se entregar à experiência. Era a primeira vez que meu filho ia a algum lugar só com outras crianças. Nenhum pai, nenhuma mãe vigiando de longe ou indo à frente. Ele estava se aventurando com seus colegas para além das fronteiras da escola e da casa.


Enquanto vigiava o relógio e imaginava um cenário de terror depois do outro, eu pensei no que estava sendo exigido de mim como mãe. Aqui eu chegava aos portões de algo sagrado. O nível de confiança que esperar por ele em vez de dirigir até o Zeke's exigia de mim era imenso. Eu tinha que confiar que meu filho daria conta de transitar no mundo de um jeito que fizesse sentido para ele. Ele decidiu ir ao Zeke's porque aquilo pareceu divertido e porque ele curte a companhia das crianças que fizeram o passeio. Eu tinha que confiar que a equipe da A&I não iria deixar meu filho sair do câmpus com crianças mais velhas que ela não acreditasse serem capazes de lidar com a
responsabilidade. Eu tinha que confiar.


Meu filho voltou do passeio com um sorriso de orelha a orelha: Ele havia se divertido. Sim, eu o interroguei: “Como foi o passeio?”, “Quem foi com você?”, “Você se sentiu seguro?” Eu também o elogiei por ter feito o passeio com seus amigos.

 

Três semanas ali e eu percebi que ainda irei continuar a experimentar as duas metades: aquela que já quer chegar direcionando e protegendo, e a outra que vai se afastar para o lado, mas sempre dentro do alcance, permitindo que seu filho experimente o mundo por si mesmo. Está tudo bem, eu estou aprendendo e crescendo com essas experiências, do mesmo jeito que meu filho também está.


 

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